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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Um Hábito à Parte


É de praxe  saber que em uma maternidade quando uma criança acaba de nascer, nem o obstetra, nem o pai ou a mãe do recém-nascido enfim, ninguém ali pode afirmar sobre pretexto algum que, naquele exato momento acabou de nascer alguém que na vida será ou isto ou aquilo outro. Apenas decide-se sobre o gênero da criança, onde ela por ordém de faixa etária, participa do tempo da infância. 

O TEMPO DA INFÂNCIA 
Este não é outro senão é o lado criança que permanece internalizado no homem desde o primeiro passo, marcado por saudades, recordações, as brincadeiras, e muito entretenimento.
Levado pela vontade de crescer, o tempo passou despercebidamente e, aos poucos, a gente foi entrando no mundo dos adultos e descobrindo que à matemática da vida não era uma coisa tão simples. 

O TEMPO DA JUVENTUDE. 
Depois veio o tempo da juventude. Esta é uma das fases mais bonitas da existência do ser humano, sobretudo marcada por sonhos dourados, a juventude é um privilégio sem repetições. Que pena! Ela não ter segundo turno. 

O TEMPO DA TERCEIRA IDADE
Depois veio o tempo da terceira idade. É aí nessa fase que os traços físicos da pessoa, por si só, acabam revelando a fugacidade da vida. Ninguém não é hoje aquilo que foi ontem, você muda. E, se olhar no espelho, vai ter que concordar. 
Tenho saudades até mesmo da minha época de ingenuidade vivida no meu tempo de criança. Todo mundo era legal, desde que soubessem pular e brincar, e só importava diversão.
"Queria voltar a ser criança. Não gostei dessa coisa de crescer e envelhecer, quero minha infância de volta. 
Amigo leitor (a), que tal a vida fosse assim: nascer velho e morrer criança. O que você acha disso? A resposta é só sua! 

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