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terça-feira, 28 de agosto de 2018

O Hábioto de Partilhar







Qual é o verdadeiro significado de partilhar? Será o que fazemos quando nos queixamos sobre os nossos desafios diários pessoais e profissionais, sobre as nossas dores e zangas? Ou será quando transmitimos conhecimento e aprendizagens de vida a um ilustre desconhecido?
Em ambos os casos existe uma necessidade inata de “colocar fora algo que está dentro”, e nesse sentido todos somos seres “partilhadores”! A grande diferença reside na qualidade do que verbalizamos e como o fazemos (em silêncio, através do corpo, e das palavras utilizadas, do tom usado, e outros detalhes que criam o significado).

A partilha de qualidade dá-nos sentido de vida e tem um efeito realmente terapêutico. Beneficiam as relações intra e interpessoais. Ajuda-nos a ganhar novas perspetivas diante um determinado desafio e permite-nos sentir pertença a algo. 
E como podemos saber se é uma partilha de qualidade? Nas nossas partilhas profissionais como terapeutas e trainers, sentimos que a qualidade não pode ser medida por uma fórmula matemática mas, pode ser sentida pela escuta ativa do outro, pelos momentos de silêncio adequados entre o diálogo e sobretudo pela identificação do outro à minha partilha. 
Falamos de emoções e da sua expressão adequada. Na vida profissional, independentemente da profissão exercida, o sucesso de uma partilha tem como origem a identificação emocional com o que é transmitido. 
Se partilha significa divisão um outro significado tende a impor-se: o de comunhão.
Na economia tradicional diz-se que “quem parte e reparte, fica com a melhor parte”, na economia emergente a partilha é a inclusão de outros humanos, que não eu, na fruição de um bem, de um conhecimento,de uma emoção.
Se por um lado, partilha significa divisão, por um outro tende a impor-se: o de comunhão.
Na economia tradicional diz-se que “quem parte e reparte, fica com a melhor parte”, na economia emergente a partilha é a inclusão de outros humanos, que não eu, na fruição de um bem, de um conhecimento, de uma emoção.
A velha filosofia da partilha, está arraigado na vida e, procura esse sentido, propondo a distribuição em vez da tradicional acumulação.
Lembrando que Deus não nos criou para viver ilhados. Aliás,  nenhum de nós é tão bom, quanto todos nós juntos.








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