Uma das faces mais visíveis da comunicação é a liberdade de expressão. Isso não significa dizer que pessoa deve falar o que na telha. Portanto, o legitimo é que deve haver trato nas palavras que pronunciamos. Palavras azedas e impensadas, devem ser excluidas de nossas converssações diárias.
A liberdade de expressão diz respeito a todos os indivíduos da sociedade, ela é essencial para o exercício da cidadania e suas atribuições. Mas, no mundo, a liberdade de expressão ainda não está completamente consolidada.
DO BAÚ DAS LEMBRANÇAS. “O BATE-BOCA”
Lembro-me. As crianças de antigamente, quase nunca saíam nos tapas, mas batiam-boca com frequência. Um dos rituais do bate-boca era a exigência de que fossem rimados. Não se incluíam palavrões, necessariamente.
No século XXI, não é fácil dizer para A, ou B; “cala a boca já morreu quem manda na minha boca sou eu”. Acho tão infantil gente que fica falando “CALA A BOCA”.
Toda vez que você tentar opinar, questionar, sugerir, ter voz e vez, haverá sempre alguém do contrário para te dizer: “Cala a boca. E ai vem à máxima: Cala boca já morreu; quem manda na minha boca sou eu.”.
O desabafo de Lula é um grito de alerta contra aqueles que querem mandar na sua boca.

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