No Glossário da vida, o nome é a maior identidade da pessoa. É através dele que conseguimos demonstrar nossa influencia, impressões repercussões e privacidade. Nome é nome.
Sempre que for possível, chame as pessoas pelo nome. A pessoa fica feliz em ouvir alguém pronunciando seu nome. A música mais suave para muitos ainda é ouvir o seu próprio nome.
O nome da gente é de uma importância impressionante. Ahhhh. Muito já se falou de como o nome é determinante na vida da pessoa. No meu caso, vejo-o como propriedade pessoal adquirida, reconhecida, registrada senão inegociável.
“OS EXCLUÍDOS DO ROL DA LIBERDADE DE ESCOLHER”!
Gustavo era um menino que tinha o hábito de viver reclamando de seu nome. Dizia sempre: eu não gosto do meu nome. Acho-o esquisito. Ocorre que ele não combina bem comigo. Detesto-o. Apesar dos pesares não fui eu que o escolhi. Quem decidiu sobre ele? Também não sei. Dizem que foi alguém de direito. Ou foram meus pais, ou meus avós ou em ultima analise, meu padrinho e minha madrinha. Certo? Talvez.
Eu não entendo porque se metem com um nome que é só meu. “Tá tudo errado.” Pergunte para o nenê que vai nascer o que pensa o coitadinho? O qual já nasce sendo vitima de objeções.
E o pior é que ele depois de grande, ele terá que o engolir 24 horas, um nome que não era o seu.
Se essa tendência de escolher nomes para os recém-nascidos, for gosto, eu digo ser um gosto estragado. Sabe por quê? É que o nome da gente não deveria ser aliciado por ninguém e a privacidade respeitada.
Se essa tendência de escolher nomes para os recém-nascidos, for gosto, eu digo ser um gosto estragado. Sabe por quê? É que o nome da gente não deveria ser aliciado por ninguém e a privacidade respeitada.
É muito fácil de resolver o problema. Porque (os pais) não fazem diferente: Espere a criança crescer, e quando for bem grande que cada um escolhe o “seu”?

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