Todos nós admiramos as grandes coisas. Grandes pessoas, grandes monumentos, grandes potências, grandes ministérios… Tudo o que é grandioso nos fascina e admira. “Temos conciência de que tudo que Deus faz é grande porque Ele é sábio e tremendo!” De fato, isto é uma realidade.
Entretanto, devemos compreender que nem sempre as obras grandiosas do Senhor começam do tamanho que as vemos.
O Deus da grande árvore é o mesmo Deus da pequenina semente. Aquele que gerou o grande homem é o mesmo que criou o embrião. Os grandes rios, têm ínfimas nascentes e, no entanto, tornam-se caudalosos no seu curso final. Praticamente tudo que é grande, começou pequeno.
POR QUE VOCÊ HUMILHA SEU SEMELHANTE?
Tão certo como 2 + 2 vão dar: 4, somos todos iguais. somos seres racionais. Estamos na mesma barca da vida, da fragilidade, da dor, da mortalidade. Temos um começo e um fim. Ninguém escapa. Todos caminhamos na mesma estrada. Não há “caminhos” diferentes para pessoas diferentes, importantes, poderosas. Afinal, Deus nos fez semelhantes em tudo.
Infelizmente, há pessoas que não têm consciência dessa igualdade. Vivem como se fossem superiores aos seus semelhantes, como se não fossem frágeis, mortais, como se fossem de um outro mundo. Possuem sensação de grandeza, intocabilidade, imutabilidade. Têm o desejo de ser semideuses.
Por conta dessa imbecilidade de superioridade, infelizmente, esses pobres mortais olham para os outros, sobretudo para as pessoas de condições humildes, que não têm o que eles possuem, com o olhar da indiferença, da arrogância, prepotência, etc.
Tais pessoas têm o prazer em humilhar e desprezar seus semelhantes. Sempre os veem como seres inferiores, sem importância alguma. Agarrados na sua mania de grandeza sentem-se o máximo.
Talves eu fale com pessoas que ainda exploram essa postura errada de tratar os outros como se fosse um lixo.
A Bíblia afirma que no final da história do homem, aqueles que se dão ao luxo de desprezar o seu proximo, naquele dia, eles serão coroados de vexame e vergonha. Pior: não serão condecorados com nada. A menos que seja com o “latão" (Apoc-3, 11).

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