Era uma tarde-noite de um dia triste. Triste para ela que era uma mulher de má fama. Sua vida se encontrava no fundo do poço. Sua esperança havia morrido. O medo corrosivo da morte infligido pela Lei, atormentava-a (Ex-20, 14). Ali estava ela. Seu passado horrível. Seu presente deplorável. Futuro não tinha. Sentia-se um “lixo” e com o peso da culpa asfixiando-a, ferindo-a, Ela, a pecadora, a perdida, a má. E agora em detrimento da extensão do seu pecado de adultério ela deveria morrer (Lv-20, 10). Enquanto essa mulher enfrentava a morte por apedrejamento, o homem com quem se envolvera estava livre.
Tudo começou por conta de uma cilada contra Cristo, preparada pelos escribas e fariseus acusadores que atiraram a mulher aos pés de Cristo achando que, segundo a Lei Jesus mandaria que a mulher fosse apedrejada.
Foi quando apareceu a pessoa bendita de Jesus! Graças a Deus. Ele sempre aparece. Quando a gente necessita. Ele sempre nos busca, nos chama, nos espera. ALELUIA!
O mestre da Galiléia, em silencio, começou a escrever na areia com o dedo. Ouviu-se então a voz de Cristo: “O que estiver sem pecado, atire a primeira pedra”. Os acusadores da mulher abaixaram a cabeça, e desapareceram do “mapa”.
Jesus não condenou a mulher apanhada em flagrante adultério e, ali perdoou por inteiro os seus muitos pecados, apagando de vez à leitura expressa daquele “raio-X” que maculava a vida desta mulher adultera. Jesus a perdoou como mais tarde perdoaria as mesas pessoas que o prenderiam à cruz (Jo-3, 17).
Ao ser perdoada por Cristo, esta mulher tomou como que um banho na misericórdia de Deus! Aliás, somente a pessoa maravilhosa de Jesus pode fazer isto—ALELUIA!

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