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quinta-feira, 9 de agosto de 2018

O Hábito de Amar



Há momento em que na vida não sabemos o que somos e nem para que lado pender. Sabemos que não somos modernos, pois a razão não é tão poderosa quanto outrora, mas também ainda não sabemos em que estágio da vida a gente está. 
É a época e vez do “descarte do por de lado.” É o enfado de algo que clama pelo novo senão o diferente. São mudanças que vão se processando a cada década, a cada ano, e até mesmo a cada dia. Talvez, estas mudanças ofereçam soluções rápidas e prontas para os problemas do dia a dia do homem moderno. Tomara! 
Nesse universo, tudo é fluído e muda com extrema rapidez; não há espaço para coisas sólidas, já que, em tempos líquidos, tudo o que é sólido desmancha no ar. Dessa maneira, o amor também assume uma nova face diante de todas essas mudanças, assumindo uma forma líquida. É impossível saber se ele está certo ou errado, pois ainda não se chegou ao fim do caminho. 
Vivemos numa sociedade hedonista, em que tudo o que retarda a satisfação é visto de forma inadequada. Queremos um amor imediatista, que nos satisfaça e que, por algum momento, afaste-nos a solidão, mas não queremos ter o trabalho de, nem por um momento, ter um peso que nos impeça de flutuar. 

AMAR O QUE É? 
Amar significa perder tempo, ter dor de cabeça, estar pronto a arriscar, pois nada é um produto acabado, mas, antes, uma construção perene, amar é também investir na semeadura, mesmo antes de saber se os frutos nascerão. É preciso esforçar-se numa relação, estar pronto em alguns momentos a abdicar do seu eu e, colocar-se no lugar do outro. ISTO É AMAR!

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