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quarta-feira, 6 de junho de 2018

O Hábito de Arriscar

   

A vida é um conjunto de momentos diferentes, marcada, sobretudo, por acontecimentos descontínuos. Na vida é preciso ser prudente, mas, também arriscar. E dado a estes fatores, muitos não conseguem ter a ousadia de sair da sua zona de conforto e preferem garantir o certo a se arriscarem em algo não concreto.
Arriscar é tentar fazer algo acontecer. A história não garante, mas indica que os ventos sempre sopram a favor daqueles que se arriscam a encontrar o caminho que revela a missão. E quem não ousar fazer diferente e reinventar-se vai continuar colhendo o mesmo resultado do que sempre plantou. 
O ato de arriscar, é um princípio lógico que tem tudo a ver com espécie humana. O arriscar, é como um tropicão, ele empurra a pessoa para frente, criando alternativas e expectativas apontando oportunidades e gerando soluções.
Às vezes o ato de arriscar, pode ser visto como um malho. Onde tudo pode acontecer, perigos, ganhos perdas fatalidades etc. Há momentos em que situações nos obrigam arriscar. E as coisas tendem a dar certo. Mas não é sempre. Enfim todos, de uma forma ou de outra, acabam tendo que arriscar. 
Não há razões para você deixar de arriscar. Mas cada um veja como arriscar. Mas se quisermos dar um salto de qualidade, temos que arriscar. Na vida é assim: se você não arriscar talvez não chegue a lugar nenhum. 
Existem pessoas que a fim de alcançar seus objetivos correram sérios riscos de vida. Foi exatamente o que aconteceu com o ex-Padre o irlandês Cornélio Horam o mesmo que atacou o corredor brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima, na maratona dos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, e quase foi atropelado ao invadir a pista do GP de Fórmula 1 da Inglaterra, em 2003. Ele está proibido de comparecer a qualquer evento esportivo sob o risco de pegar cinco anos de prisão. 
Horam falou de experiências vividas: “Arrisquei demais”. Fiz o que fiz. O objetivo foi alcançado. Em partes, não quero ser um exemplo a ser seguido. 
Ficarei muito feliz em cumprir esta pena, já que minhas aparições divulgaram a Bíblia mundialmente. O que fiz já foi o suficiente; não há mais motivos para desobedecer às regras. Estou contente por mudar. Valeu a pena a exibição do meu hábito de arriscar”.                          

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