O HÁBITO DE GRITAR
Há quem diga que estamos vivendo a era do grito.
Somos de uma geração onde a maioria dos pais anda gritando com os filhos dentro de casa e, la fora na rua, no comercio, nas instituições de ensino, no Rádio, na TV, no telefone, nas Redes Sociais, nas igrejas, no transito, nos estádios desportivos, nas fabricas, no Congresso Nacional, nos presidios... as pessoas gritam umas com as outras. E evidente que numa hora de raiva, a pessoa mundo grita, pois, do que eu sei, ninguém tem sangue de barata.
Sim, eu também já gritei com os meus. Eu não gostava, mas acabava gritando. Por outro lado, tenho que reconhecer que grito muito menos hoje em dia.
Existem pessoas que exploram e cultuam o péssimo hábito de falar alto e gritar com as pessoas, mesmo quando a intenção não é de brigar. Infelizmente estas pessoas acabam através desta postura, demonstrando seus péssimos modos.
Intuitivamente, nós sabemos que não é de berros que as nossas famílias precisam. Bons pais sabem que precisam modelar o comportamento que desejam ver nos filhos. Apesar disso, nós ainda gritamos. Gritamos, em geral, porque ficamos desesperados, cansados, frustrados, irritados e não sabemos mais o que fazer.
Gritar é só mais uma muleta, mas ela é ruim para as nossas famílias. Em nada adianta.
O hábito de levantar a voz faz parte da tarefa de pai ou mãe.
E o legitimo é que não existem gritos nem broncas por amor.

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