Você alguma vez sentiu resistência espiritual, como se um poder muito maior que você estivesse se opondo às suas ambições? Freqüentemente assumimos que é o diabo que vive lutando contra nós. Permita-me sugerir que o que está impedindo o seu caminho pode não ser um inimigo; pode ser de fato o ciúme de Deus.
O Todo-Poderoso tem ciúmes de nós? Sim. O Senhor se descreve ao longo da Bíblia como “um Deus ciumento” (Ex 20.5, 34.14; Dt 4.24, 5.9, etc). E isto não deveria nos surpreender, pois fomos criados para o seu prazer. Como o Pai está buscando verdadeiros adoradores, ele não permitirá que encontremos realização duradoura fora dele. A revelação de que seu ciúme lutará contra nós pode ser assustadora se estivermos com intenção de pecar, contudo pode também ser verdadeiramente libertadora se nosso desejo for de ter intimidade com Ele.
Ciumar é humano, até Deus que habita às manssões celestiais; Ele que é tres vezes Santo, é um Deus ciumento? (Dt 4.24). Cidadão nenhum precisa se tornar num intelectual para perceber que o ciumar é humano. Certo?
O ciúme não deixa de ser um subproduto do amor. É comum ter ciúmes; às vezes temos ciúme do que é nosso, e inveja do que o próximo possui. O ciúme é também uma inquietação do espirito, algo um tanto antigo quanto danoso.
O ciúme destrutivo entre casais, não é exclusividade dos tempos modernos. O ciúme sempre existiu. Vejam bem, homens e mulheres do passado que eram tementes a Deus também tiveram que lidar com esse sentimento emocional.
EXEMPLIFICANDO:
O ciúme levou Sara a tratar Agar com crueldade (Gn-16, 5-6), Ana era alvo dos ataques ciumentos de Penina (I-Sm-1, 2-8). O ciúme também conturbou e minimizou o relacionamento entre Raquel e Lia (Gn-30, 15). Em todos esses casos, o ciúme transformou possíveis aliados em adversários declarados.
O ciúme é uma mensagem de desconforto. Porém, assim como toda emoção, o ciúme pode também ser controlado (I-Co-13,

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